Bom, fim de semana de chuva dá nisso: subi fotos e videos para compartilhar. Depois subo mais fotos de Rosario, para que conheçam a cidade. Mas por enquanto fiquem com o vídeo da banda Stand By fazendo um cover do Red Hot Chilli Peppers.
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Fotos de Rosário
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Carnaval de segunda
Bom dia!
Buenos Aires, I´m back! Gente... um finalzinho de semana e já tinha saudade da minha cidade e da minha casa.... hahahaha juro!
Bom, contei o que aconteceu na sexta passada e eu também fiquei horrorizada, ainda mais com a passividade com que as pessoas aceitam esse tipo de violência. Viajamos de noite para Rosário e minha impressão da cidade é ainda um pouco confusa. Primeiro, é um lugar lindo, limpo, tem muito verde, arquitetura linda, bem conservada, é tranquila e segura. O problema é que é pequena e muuuuuito tranquila para o meu gosto. Depois de caminhar pela cidade o sábado todo, já tinha conhecido todos os pontos importantes e quase não tinha movimento de gente.
Eu já conhecia Rosário de outra vez que fui. E a cidade continua igualzinha. Pacata, sem muito agito e ainda por cima as feirinhas de artesanato têm dois ou três artesões e é tudo. Nem presentinho para minha mãe eu acabei comprando, porque não encontrei.
Mas o pior de tudo foi o albergue que ficamos. Quem me conhece sabe que sou do tipo mochileira e que gosto de ficar em albergue. Mas que seja minimamente confortável, pelamor! Esse era uma verdadeira espelunca, só que decidimos ficar para não ter que ficar buscando outro lugar, já que íamos ficar só o fim de semana, e assim não perderíamos o precioso momento de recorrer a cidade tendo que entrar de hotel em hotel perguntando por preço e disponibilidade para uma noite. A sorte é que era barato e estava bem posicionado no centro, fácil acesso a todos lados.
O que valeu a pena mesmo foi ir ao Garcia Bar no sábado de noite onde tocaram duas bandas de rock locais. A primeira não gostei muito. Eram muito jovenzinhos e todas as letras eram deles, ou seja, nem eu, nem os que estavam aí conheciam as músicas. Dica para os músicos novos: sempre façam um cover para ajudar a orientar os fãs e para que eles saibam que tipo de rock, que estilo a banda tem e intercalem canções próprias e consagradas, assim não cansa o ouvido das pessoas. Por melhor que seja uma banda, é difícil gostar logo de cara.
A segunda banda que tocou se chama Stand By e era muito, muito boa. Gravei, Tirei foto e até dei uma de tiete e tirei foto com a guitarrista da banda. Sim, era uma garotinha linda e delicada que toca Deep Purple e Led Zeppeling magnificamente! Encontrei no myspace: http://www.myspace.com/standbyrockband . Vale a pena escutá-los. É uma banda nova e realmente eu gostei muito, inclusive da canção própria que eles cantaram. Os caras são bons no que fazem. Depois posto as fotos e vou subir um vídeo.
Agora, às vezes é engraçado como a gente se transforma num bicho raro de vez em quando. Sem querer eu fui verbalmente bruta com o Bruno. Depois a gente se acertou, mas violência verbal gratuita não é bom. Me arrependo. Acho que estava bipolar... não sei. Já pedi desculpas, mas tive uma over reaction por qualquer coisa. Enfim... e hoje, penso no que disse e vejo que foi uma coisa feia de mim. Escrevo para que todos saibam que como um ser humano, eu faço coisas boas e más, lindas e feias. E isso também é ser demasiado humano. Ufff Nietzche!
Ah!! Robinson, voltando ao tema de adaptação, cara, realmente morar em outro país a gente tem que descobrir tudo... desde os produtos até onde conseguir comprar. Não sei como é no Canadá, mas aqui o comércio é por especialidade. No começo foi um sufoco até para comprar linha para costurar! Sem contar comida, porque o tipo de embalagem, os gostos, tudo é diferente... aí tem que ir provando mesmo. E por mais que as pessoas recomendem, é complicado. Porque o gosto da gente é meio diferente mesmo. Mas é uma experiência muito legal, porque você vai começar a ter suas coisas favoritas aí no Canadá, que comparando com o Brasil é mais gostoso. Eu tenho algumas. Outras ficam na saudade mesmo. Mas é uma delícia provar coisas novas. Que legal que você está se adaptando bem com o frio e com o idioma. Inglês é mais difícil se adaptar que espanhol, e mesmo assim no começo foi complicado para mim. É duro quando você quer dizer uma coisa e sai outra, ou simplesmente não sai. Mas tenha paciência. Ninguém nasceu sabendo tudo. E é uma experiência muito rica estar em outro país, então não exija muito. Só o fato de você estar aí, desafiando tudo, já mostra um grande valor em você que será muito apreciado. Você vai ver que quando começar as aulas, as coisas vão dar outro ritmo. E mais legal ainda vai ser quando começar a trabalhar. Mas não queira que o ritmo seja como no Brasil. Felizmente você vai ter um ritmo adequado para poder aproveitar sua vida, trabalho e família. Acho que essa é a idéia. E desfrute muito a cidade agora, conheça todos os lugarzinhos, a história, os detalhes. Essa é uma grande vantagem de “nascer” grande em uma cidade!
Buenos Aires, I´m back! Gente... um finalzinho de semana e já tinha saudade da minha cidade e da minha casa.... hahahaha juro!
Bom, contei o que aconteceu na sexta passada e eu também fiquei horrorizada, ainda mais com a passividade com que as pessoas aceitam esse tipo de violência. Viajamos de noite para Rosário e minha impressão da cidade é ainda um pouco confusa. Primeiro, é um lugar lindo, limpo, tem muito verde, arquitetura linda, bem conservada, é tranquila e segura. O problema é que é pequena e muuuuuito tranquila para o meu gosto. Depois de caminhar pela cidade o sábado todo, já tinha conhecido todos os pontos importantes e quase não tinha movimento de gente.
Eu já conhecia Rosário de outra vez que fui. E a cidade continua igualzinha. Pacata, sem muito agito e ainda por cima as feirinhas de artesanato têm dois ou três artesões e é tudo. Nem presentinho para minha mãe eu acabei comprando, porque não encontrei.
Mas o pior de tudo foi o albergue que ficamos. Quem me conhece sabe que sou do tipo mochileira e que gosto de ficar em albergue. Mas que seja minimamente confortável, pelamor! Esse era uma verdadeira espelunca, só que decidimos ficar para não ter que ficar buscando outro lugar, já que íamos ficar só o fim de semana, e assim não perderíamos o precioso momento de recorrer a cidade tendo que entrar de hotel em hotel perguntando por preço e disponibilidade para uma noite. A sorte é que era barato e estava bem posicionado no centro, fácil acesso a todos lados.
O que valeu a pena mesmo foi ir ao Garcia Bar no sábado de noite onde tocaram duas bandas de rock locais. A primeira não gostei muito. Eram muito jovenzinhos e todas as letras eram deles, ou seja, nem eu, nem os que estavam aí conheciam as músicas. Dica para os músicos novos: sempre façam um cover para ajudar a orientar os fãs e para que eles saibam que tipo de rock, que estilo a banda tem e intercalem canções próprias e consagradas, assim não cansa o ouvido das pessoas. Por melhor que seja uma banda, é difícil gostar logo de cara.
A segunda banda que tocou se chama Stand By e era muito, muito boa. Gravei, Tirei foto e até dei uma de tiete e tirei foto com a guitarrista da banda. Sim, era uma garotinha linda e delicada que toca Deep Purple e Led Zeppeling magnificamente! Encontrei no myspace: http://www.myspace.com/standbyrockband . Vale a pena escutá-los. É uma banda nova e realmente eu gostei muito, inclusive da canção própria que eles cantaram. Os caras são bons no que fazem. Depois posto as fotos e vou subir um vídeo.
Agora, às vezes é engraçado como a gente se transforma num bicho raro de vez em quando. Sem querer eu fui verbalmente bruta com o Bruno. Depois a gente se acertou, mas violência verbal gratuita não é bom. Me arrependo. Acho que estava bipolar... não sei. Já pedi desculpas, mas tive uma over reaction por qualquer coisa. Enfim... e hoje, penso no que disse e vejo que foi uma coisa feia de mim. Escrevo para que todos saibam que como um ser humano, eu faço coisas boas e más, lindas e feias. E isso também é ser demasiado humano. Ufff Nietzche!
Ah!! Robinson, voltando ao tema de adaptação, cara, realmente morar em outro país a gente tem que descobrir tudo... desde os produtos até onde conseguir comprar. Não sei como é no Canadá, mas aqui o comércio é por especialidade. No começo foi um sufoco até para comprar linha para costurar! Sem contar comida, porque o tipo de embalagem, os gostos, tudo é diferente... aí tem que ir provando mesmo. E por mais que as pessoas recomendem, é complicado. Porque o gosto da gente é meio diferente mesmo. Mas é uma experiência muito legal, porque você vai começar a ter suas coisas favoritas aí no Canadá, que comparando com o Brasil é mais gostoso. Eu tenho algumas. Outras ficam na saudade mesmo. Mas é uma delícia provar coisas novas. Que legal que você está se adaptando bem com o frio e com o idioma. Inglês é mais difícil se adaptar que espanhol, e mesmo assim no começo foi complicado para mim. É duro quando você quer dizer uma coisa e sai outra, ou simplesmente não sai. Mas tenha paciência. Ninguém nasceu sabendo tudo. E é uma experiência muito rica estar em outro país, então não exija muito. Só o fato de você estar aí, desafiando tudo, já mostra um grande valor em você que será muito apreciado. Você vai ver que quando começar as aulas, as coisas vão dar outro ritmo. E mais legal ainda vai ser quando começar a trabalhar. Mas não queira que o ritmo seja como no Brasil. Felizmente você vai ter um ritmo adequado para poder aproveitar sua vida, trabalho e família. Acho que essa é a idéia. E desfrute muito a cidade agora, conheça todos os lugarzinhos, a história, os detalhes. Essa é uma grande vantagem de “nascer” grande em uma cidade!
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Fim de semana agitado
Olá gente boa!
Desta vez eu vou postar para responde à pergunta do meu amigo Robinson que está no Canadá. Como começar uma rotina em um país estrangeiro e como se adaptar mais rápido? Bom, para mim, adaptar a um lugar novo é realmente ter uma rotina. Mas como? No meu caso foi fácil, porque eu vim para Buenos Aires para estudar, então eu tinha as aulas da faculdade todas as terças e quintas à noite. Isso já era um início de rotina... e eu comecei a acrescentar coisas para fazer todos os dias. Por exemplo, no início dedicava horas de leitura de jornal (para ver se entendia um pouco a loucura que é esse país), mais outras tantas horas de estudo para ver se aprovava as matérias e outras tantas horas para dormir. Isso foi tudo no início. E esse início durou uns 3 meses até eu conseguir meu primeiro emprego como professora de português numa escolinha longe pra caramba, em Monte Grande, que fica na Grande Buenos Aires. Um segredinho nessa época foi: não medir esforços. Era um frio de lascar (é, aqui faz muuito frio, não tem neve em Buenos Aires, mas quase!) e eu saía super cedo duas vezes na semana para dar as aulinhas.
Depois de uns 2 meses comecei a trabalhar para a SAP. Aí sim foi o máximo das rotinas. Um emprego das 09h às 18h realmente faz a gente ter rotina. E daí em diante foi fácil me acostumar, porque já estava totalmente instalada. A coisa foi fazer uma rotina no próprio trabalho. Na SAP eu tive sorte, porque as pessoas eram mais abertas, viajadas, então aceitavam bem a diferença que é ter um estrangeiro trabalhando. Mas, por exemplo, no emprego onde estou hoje, que já completei um ano, essa adaptação foi muito mais difícil. Aqui eu encontrei os argentinos que povoam a mentalidade brasileira... pessoas mais frias, distantes, e algumas até alteradas, típico de descendência italiana. Mas a gente se acostuma. E foi para aprender a lidar com situações difíceis que eu vim para a Argentina.
Então, a rotina é diferente, claro, porque a gente não tem pai nem mãe para visitar nos momentos livres, não tem tantos amigos como na nossa terra, não tem as mesmas comidas que comia, não tem o conforto que é comprar ou alugar uma casa, com toda a facilidade que se consegue um nativo e muito menos pode escolher tanto, porque as opções são poucas. Só que mesmo assim essa experiência vale a pena. E acho que vale justamente por causa da rotina. Porque você pode escolher o que você quer fazer, no momento em que você quer fazer. Soa um pouco contraditório, mas é verdade. Dentro das poucas opções que existem a gente pode escolher o que fazer, inclusive se fica ou não. Além do mais, com o tempo a gente vai fazendo raiz. É! Conhece pessoas, faz amigos aqui, ali... e aproveita o que o novo lar tem de bom para nos oferecer.
Espero ter respondido sua pergunta.
Agora, um pouco de atualização: hoje viajo para Rosário com a câmara fotográfica que comprei ontem! Gente é linda!!! Comprei uma Nikon P90. Estou encantada com a câmara. Eu e o Bruno na verdade... porque ele já leu manual e tudo. Eu sou dessas que vai apertando o botão para ver no que dá! Hahahaha
Só uma coisa chata aconteceu hoje: como vocês sabem todos os dias eu faço academia de manhã antes do trabalho. E sempre tomo banho e deixo a mochila com a roupa e todo o resto perto da ducha para eu sair e me trocar. Bom, a coisa foi que entrou um homem no banheiro (eu estava sozinha tomando banho) e tentou roubar minha carteira com meus documentos. Mas graças a Deus uma senhora entrou, gritou e o ladrão saiu correndo e jogou minha carteira no chão. Vocês podem acreditar nisso? A academia era um lugar familiar, tranquilo, agora tenho que tomar banho e guardar tudo no armário. Só não posso resolver o problema do homem entrar no banheiro. Reclamei na administração, mas pelo jeito não vai dar em nada. Então terei que me cuidar mais mesmo.
É isso. Vamos ver se da próxima vez posto fotos da viagem!!!
Desta vez eu vou postar para responde à pergunta do meu amigo Robinson que está no Canadá. Como começar uma rotina em um país estrangeiro e como se adaptar mais rápido? Bom, para mim, adaptar a um lugar novo é realmente ter uma rotina. Mas como? No meu caso foi fácil, porque eu vim para Buenos Aires para estudar, então eu tinha as aulas da faculdade todas as terças e quintas à noite. Isso já era um início de rotina... e eu comecei a acrescentar coisas para fazer todos os dias. Por exemplo, no início dedicava horas de leitura de jornal (para ver se entendia um pouco a loucura que é esse país), mais outras tantas horas de estudo para ver se aprovava as matérias e outras tantas horas para dormir. Isso foi tudo no início. E esse início durou uns 3 meses até eu conseguir meu primeiro emprego como professora de português numa escolinha longe pra caramba, em Monte Grande, que fica na Grande Buenos Aires. Um segredinho nessa época foi: não medir esforços. Era um frio de lascar (é, aqui faz muuito frio, não tem neve em Buenos Aires, mas quase!) e eu saía super cedo duas vezes na semana para dar as aulinhas.
Depois de uns 2 meses comecei a trabalhar para a SAP. Aí sim foi o máximo das rotinas. Um emprego das 09h às 18h realmente faz a gente ter rotina. E daí em diante foi fácil me acostumar, porque já estava totalmente instalada. A coisa foi fazer uma rotina no próprio trabalho. Na SAP eu tive sorte, porque as pessoas eram mais abertas, viajadas, então aceitavam bem a diferença que é ter um estrangeiro trabalhando. Mas, por exemplo, no emprego onde estou hoje, que já completei um ano, essa adaptação foi muito mais difícil. Aqui eu encontrei os argentinos que povoam a mentalidade brasileira... pessoas mais frias, distantes, e algumas até alteradas, típico de descendência italiana. Mas a gente se acostuma. E foi para aprender a lidar com situações difíceis que eu vim para a Argentina.
Então, a rotina é diferente, claro, porque a gente não tem pai nem mãe para visitar nos momentos livres, não tem tantos amigos como na nossa terra, não tem as mesmas comidas que comia, não tem o conforto que é comprar ou alugar uma casa, com toda a facilidade que se consegue um nativo e muito menos pode escolher tanto, porque as opções são poucas. Só que mesmo assim essa experiência vale a pena. E acho que vale justamente por causa da rotina. Porque você pode escolher o que você quer fazer, no momento em que você quer fazer. Soa um pouco contraditório, mas é verdade. Dentro das poucas opções que existem a gente pode escolher o que fazer, inclusive se fica ou não. Além do mais, com o tempo a gente vai fazendo raiz. É! Conhece pessoas, faz amigos aqui, ali... e aproveita o que o novo lar tem de bom para nos oferecer.
Espero ter respondido sua pergunta.
Agora, um pouco de atualização: hoje viajo para Rosário com a câmara fotográfica que comprei ontem! Gente é linda!!! Comprei uma Nikon P90. Estou encantada com a câmara. Eu e o Bruno na verdade... porque ele já leu manual e tudo. Eu sou dessas que vai apertando o botão para ver no que dá! Hahahaha
Só uma coisa chata aconteceu hoje: como vocês sabem todos os dias eu faço academia de manhã antes do trabalho. E sempre tomo banho e deixo a mochila com a roupa e todo o resto perto da ducha para eu sair e me trocar. Bom, a coisa foi que entrou um homem no banheiro (eu estava sozinha tomando banho) e tentou roubar minha carteira com meus documentos. Mas graças a Deus uma senhora entrou, gritou e o ladrão saiu correndo e jogou minha carteira no chão. Vocês podem acreditar nisso? A academia era um lugar familiar, tranquilo, agora tenho que tomar banho e guardar tudo no armário. Só não posso resolver o problema do homem entrar no banheiro. Reclamei na administração, mas pelo jeito não vai dar em nada. Então terei que me cuidar mais mesmo.
É isso. Vamos ver se da próxima vez posto fotos da viagem!!!
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